{"id":10247,"date":"2017-09-14T10:22:24","date_gmt":"2017-09-14T13:22:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sime.org.br\/sis\/?p=10247"},"modified":"2017-11-13T11:31:05","modified_gmt":"2017-11-13T13:31:05","slug":"pequenas-centrais-hidreletricas-permitirao-acrescimo-de-7-600-mw-ao-sistema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/pequenas-centrais-hidreletricas-permitirao-acrescimo-de-7-600-mw-ao-sistema\/","title":{"rendered":"PEQUENAS CENTRAIS HIDREL\u00c9TRICAS SOMAR\u00c3O 7.600 MW AO SISTEMA"},"content":{"rendered":"<p>Dois anos ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 673\/2015, que trata da outorga para implanta\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de aproveitamento de potencial hidr\u00e1ulico com caracter\u00edsticas de Pequena Central Hidrel\u00e9trica, a \u00e1rea t\u00e9cnica da ANEEL\u00a0<!--more-->conseguiu iniciar a an\u00e1lise de todos os projetos que estavam na Ag\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao todo, 51 outorgas Foram\u00a0publicadas e 505 atos foram emitidos. A pot\u00eancia total \u00e9 de 7.660,40 MW &#8211; o equivalente \u00e0 soma de duas usinas de grande porte como Santo Ant\u00f4nio e Jirau. Os investimentos previstos s\u00e3o da ordem de R$ 58, 6 bilh\u00f5es, um montante que ir\u00e1 fortalecer a economia dos estados e beneficiar a cadeia de fornecedores, com predomin\u00e2ncia da tecnologia nacional na fabrica\u00e7\u00e3o de equipamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os estados que mais possuem PCHs aprovadas s\u00e3o: Paran\u00e1, com 84, Goi\u00e1s, com 82, Minas Gerais, com 69, e Mato Grosso, com 64.<\/p>\n<p>O sucesso \u00e9 resultado do aprimoramento da norma e simplifica\u00e7\u00e3o do procedimento. A revis\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o que trata das PCHs foi discutida nas duas fases da Audi\u00eancia P\u00fablica 57\/2014 e contou com mais de 240 contribui\u00e7\u00f5es de associa\u00e7\u00f5es e agentes interessados no tema. Para o diretor da ANEEL Jos\u00e9 Jurhosa Junior, relator do processo,<br \/>\n\u201cos subs\u00eddios recebidos na audi\u00eancia trouxeram avan\u00e7os ao texto e possibilitaram que a proposta aprovada pela Diretoria refletisse com efetividade os princ\u00edpios da an\u00e1lise regulat\u00f3ria, da simplifica\u00e7\u00e3o e da celeridade processual\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda um trabalho de articula\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia com os \u00f3rg\u00e3os de recursos h\u00eddricos e \u00f3rg\u00e3os ambientais para\u00a0explicitar a import\u00e2ncia das PCHs para o pa\u00eds. J\u00e1 foram feitas reuni\u00f5es com representantes desses \u00f3rg\u00e3os em todos os estados da regi\u00e3o sul, Mato Grosso e Rio de Janeiro e est\u00e3o agendados encontros nos estados de Minas<br \/>\nGerais e Goi\u00e1s, envolvendo tamb\u00e9m o Minist\u00e9rio P\u00fablico. \u201cA ANEEL agilizou a an\u00e1lise, mas o trabalho n\u00e3o termina por a\u00ed. \u00c9 necess\u00e1rio acelerar o processo de emiss\u00e3o de licen\u00e7as ambientais e isso se d\u00e1 por meio da conscientiza\u00e7\u00e3o de que os benef\u00edcios trazidos pelas usinas superam os impactos. H\u00e1 gera\u00e7\u00e3o de recursos para os estados e<br \/>\nmunic\u00edpios, pois h\u00e1 incid\u00eancia de ICMS e ISS e, al\u00e9m disso, aquecimento da economia, gera\u00e7\u00e3o de empregos e benef\u00edcios sociais\u201d, ressaltou o superintendente de Concess\u00f5es e Autoriza\u00e7\u00f5es de Gera\u00e7\u00e3o, H\u00e9lvio Guerra.<\/p>\n<p>A melhoria dos \u00edndices de desenvolvimento est\u00e1 comprovada. Uma pesquisa feita pela \u00e1rea t\u00e9cnica da Ag\u00eancia mostrou que em 10 anos &#8211; de 2000 a 2010 \u2013 das 176 cidades com PCHs analisadas, houve aumento no \u00cdndice de Desenvolvimento Humano municipal (IDHm): passou de 0.594 em 2000 para 0.712 em 2010 \u2013 um crescimento de 19,9%. Ficou comprovado, ainda, que esse impacto positivo \u00e9 ainda mais intenso em munic\u00edpios com baixos indicadores econ\u00f4micos e com economia estagnada e, al\u00e9m disso, em um per\u00edodo de 10 anos, foi constatado que o desenvolvimento social e econ\u00f4mico dos munic\u00edpios com PCH superou o de outros munic\u00edpios da mesma microrregi\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente 40 profissionais trabalham no processo de an\u00e1lise das PCHs e o tempo m\u00e9dio de conclus\u00e3o \u00e9 de 20 dias. \u201cA demanda pela instala\u00e7\u00e3o de novas PCHs depende dev\u00e1rios fatores. Se a economia, por exemplo, melhorar certamente haver\u00e1 mais procura e teremos mais projetos avaliados\u201d, destacou H\u00e9lvio Guerra. Leia mais.<\/p>\n<p>*Pequenas Centrais Hidrel\u00e9tricas (PCH) s\u00e3o empreendimentos destinados a autoprodu\u00e7\u00e3o ou produ\u00e7\u00e3o independente de energia el\u00e9trica, com pot\u00eancia superior a 5 mil kW e igual ou inferior a 30 mil Kw. Elas contribuem para o desenvolvimento energ\u00e9tico e social do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Site ANEEL-Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois anos ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o da Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 673\/2015, que trata da outorga para implanta\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o de aproveitamento de potencial hidr\u00e1ulico com caracter\u00edsticas de Pequena Central Hidrel\u00e9trica, a \u00e1rea t\u00e9cnica da ANEEL\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10249,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-10247","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ambiental"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10247","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10247"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10247\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10441,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10247\/revisions\/10441"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sime.org.br\/sis\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}